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Anestesia

O profissional está ao seu lado para decidir o melhor

Apesar da segurança do ato anestésico atualmente, e dessa especialidade médica já completar mais de 50 anos de existência, continuam elevados os temores da população em relação à anestesia.

Diariamente médicos respondem a questionamentos tais como:

Será que eu vou morrer da anestesia? Tem perigo de reação alérgica à anestesia? Posso ficar paralítico ou com dores na coluna depois da anestesia? Qual a anestesia mais segura? E o risco?

Essas ponderações têm certa razão de existir visto que no passado o ato considerado mais nobre, e, que promovia a cura do paciente era a cirurgia. A anestesia era relegada a plano secundário e executada não por médicos especialistas, mas por técnicos, estudantes, enfermeiros e paramédicos. Os cirurgiões tinham que operar rapidamente com pouca técnica e apenas necessitavam que o paciente ficasse imóvel dessa forma muitos acidentes aconteciam. Foi assim que o mito de que a anestesia é perigosa e muitas vezes fatal foi fixado no conceito das pessoas.

Atualmente além do desenvolvimento de equipamentos médicos, medicamentos melhores, o profissional para se tornar um médico anestesiologista necessita cursar seis anos da Faculdade de Medicina e mais dois ou três anos no mínimo de curso de especialização em anestesiologia. Os anestesiologistas não só aplicam a anestesia, cuidam do paciente durante toda a cirurgia; mas também controlam a pressão arterial, ritmo cardíaco, respiração, temperatura e outras funções importantíssimas do organismo. Ficam ao lado do paciente cuidando da sua vida, da dor e dando segurança para a atuação tranqüila do cirurgião.
Posso levantar a cabeça ou usar travesseiro depois de tomar raqui? Sim, esta história de repouso sem erguer a cabeça surgiu antigamente quando não se sabia ao certo a causa da cefaléia (“dor de cabeça”) pós-raqui. Hoje sabemos que além de sua incidência ser baixa, 2%, o fato de ficar deitado não previne seu aparecimento já que as causas não estão relacionadas com o decúbito.

Entre as principais causas temos: calibre da agulha, tipo de ponta, técnica e fatores individuais.

Quem tem problemas de coluna pode tomar “anestesia nas costas”? Vou ter problemas de coluna depois da anestesia?

As anestesias raquidianas só usam a coluna vertebral como referência anatômica para realização da anestesia; ou seja, a anestesia não é realizada na coluna, não vai piorar ou fazer surgir problemas de coluna vertebral. Logicamente se sua coluna tem deformidades anatômicas (é torta) isto talvez dificultará a realização da anestesia mas não a impede de ser realizada.

E se eu for alérgico à anestesia?

Sabemos que as reações alérgicas graves são raras e atualmente quando acontecem em ambiente cirúrgico na presença do médico a incidência de fatalidade é baixa. Não é realizado testes alérgicos de rotina, nem indicado testes para respostas alérgicas; pois além de rara incidência de alergia, de o resultado ser controverso, o teste não garante segurança. O que de rotina deve ser feito é um questionário sobre o passado alérgico do paciente para evitar drogas que este já tenha alergia. Lembramos também que numa cirurgia não são realizados só medicamentos anestésicos, também analgésicos, antibióticos, antissépticos, cateteres a base de látex e que quaisquer um desses podem, apesar de raro causar alergia.

Qual o risco de uma Anestesia?

São muito raros, atualmente, os acidentes ou complicações de uma Anestesia. Com instrumental, técnicas, conhecimentos e medicamentos modernos, o Anestesiologista reduz ao máximo os riscos de acidentes anestésicos. O Anestesiologista, além do conhecimento e da especialização médica empregará toda sua perícia e experiência clínica para o sucesso completo do tratamento.

Por que o medo da Anestesia?

Toda a pessoa tem medo do desconhecido. É como viajar de avião. Quem nunca o fez, morre de medo. Outros, mesmo viajando sempre, também se preocupam. Mas milhares de vôos são realizados, no mundo todo, na mais absoluta segurança. Os poucos acidentes que acontecem são matéria para a imprensa divulgar com estardalhaço. Isso ajuda as pessoas a terem mais medo. A mesma coisa acontece na anestesia: há medo do desconhecido e muitas divulgações alarmistas de raros acidentes. Como nas viagens de avião, diariamente anestesiologistas qualificados aplicam milhares de anestesias, em todo o mundo, com toda a segurança. È bem por isso que você deve exigir que somente Anestesiologista qualificado o examine antes da operação, o oriente e faça a sua anestesia. Assim você pode evitar ou diminuir o medo da anestesia. Ouvir explicações sinceras e seguras reduz muito as ansiedades.

Dra.  Cristiane Vargas Balleroni Shimabucoro

CRM 79.885

Dra. Cristiane é médica com título de especialista em anestesiologia e é membro da Sociedade Brasileira de

Anestesiologia.

Tipos utilizados:

Local: a mais utilizada. Aplicada diretamente na área que será operada. Geralmente associada à sedação, onde o paciente dorme e não vê a aplicação da anestesia. Utilizamos nas seguintes cirurgias: prótese de mama, mamaplastia redutora, otoplastia (orelha em abano), blefaroplastia (pálpebras), rinoplastia (nariz), lifting ou ritidoplastia, correção de cicatrizes, lipoaspirações de pequenos volumes.

Peridural ou Raqui: aplicada nas costas. O paciente fica com toda a área do abdome, costas e pernas adormecidas. Também associada à sedação e o paciente dorme antes da aplicação. Utilizamos em: Lipoaspiração, abdominoplastia, mini abdome, mamaplastia e prótese de glúteo.

Geral: raramente utilizada em nosso serviço. Os medicamentos são aplicados na veia e o paciente dorme, porém há necessidade do uso de um respirador. Utilizada em: rinoplastias com correção de desvio de septo, cirurgias associadas ou procedimentos muito longos.


É importante lembrar que o anestesista sempre conversa com o paciente antes da cirurgia, checa os exames pré-operatórios e explica sobre a anestesia que será realizada, além de monitorizar e acompanhar este paciente durante todo o tempo da cirurgia.

 

O Hospital Fontana Della Gioventú segue as determinações do Manual de Publicidade Médica descritas no Código de Ética Médica do Conselho Federal de Medicina (Resolução CFM nº 1974/11) . Se você observou algum ítem que não esteja de acordo com o manual, por favor, clique para informar o problema.

 

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