O Brasil está no ranking dos países que mais realizam cirurgia plástica no mundo. Entre as mais realizadas estão à lipoaspiração, aumento ou redução de mama, rinoplastia (cirurgia do nariz) e a abdominoplastia que, cada vez mais, vem sendo procurada para retirar o excesso de pele do abdômen e, muitas vezes, é associada à lipoaspiração.

 

É nessa cirurgia que também é corrigida a diástase (afastamento dos músculos retos abdominais), um problema muito comum em mulheres que passaram por alguma gestação. “Em algumas mulheres, após o útero voltar para o tamanho normal, a musculatura não responde da mesma maneira e, não volta para o local de antes da gestação, sendo necessária a abdominoplastia para colocar os músculos novamente no lugar”, explica o cirurgião plástico Dr. Edélcio Shimabucoro.

 

De acordo com o médico é frequente a dúvida sobre o tempo necessário para o pós-operatório. “É necessário fazer pelo menos 15 dias de repouso mais intenso. É importante ainda não esticar muito o abdômen para não forçar a cicatriz, além de usar cinta por dois meses e não dirigir por 15 dias. Não pode pegar peso peso por 3 meses, deve-se evitar exposição solar enquanto as cicatrizes estiverem avermelhadas para que ela não fique escura”, recomenda o cirurgião.

 

Sobre fazer a cirurgia antes de ter filho, Dr. Edélcio recomenda aguardar a gestação para realizá-la. “Não é proibido engravidar depois de dois anos do procedimento, mas a paciente estará mais sujeita à formação de estrias e pode perder o resultado conquistado após a cirurgia”, alertou.

 

Muitas mulheres procuram a abdominoplastia como forma de emagrecimento e o médico é claro ao dizer que esta não é uma forma de emagrecer. “O máximo recomendado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) para retirada em uma cirurgia é 5% a 7% do peso, pois para fazer o contorno da região é necessário retirar as gorduras localizadas e o excesso de pele, porém, não é uma forma de emagrecimento”, destaca.

 

O médico comenta que é comum a visita de muitas mulheres logo após o parto. “O ideal é esperar o corpo voltar ao normal. Costumo pedir para a paciente que aguarde um ano depois do parto. Essa é a única maneira de avaliarmos com seriedade a necessidade de uma cirurgia”, destacou.

 

Nem todas as pessoas tem indicação para fazer a cirurgia. “Fumantes devem evitar o procedimento enquanto estiverem fumando, pois as suas várias toxinas podem trazer algum prejuízo ao paciente. Mulheres que ainda desejam engravidar devem postergar a cirurgia para depois da gestação e pessoas muito jovens, com acúmulo de gordura abdominal, sem flacidez, não tem indicação para essa cirurgia, esses podem optar pela lipoaspiração”, finalizou o cirurgião.

 

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