Hospital de Cirurgia Plástica
(18) 99629-4826 (18) 3323-5600
24 de maio de 2019

Entenda o que é distorção da autoimagem

É comum, principalmente em tempos de redes sociais, as pessoas se preocuparem cada vez mais com sua aparência, em estar sempre bonitas, com as medidas e formas ditas como as ideais, entretanto essa busca por um suposto “corpo perfeito” pode ser excessiva, e ser um sintoma da síndrome da distorção da autoimagem.

Essa doença, também conhecida como “transtorno dismórfico corporal”, ou dismorfofobia, se manifesta quando a pessoa desenvolve uma visão irrealista do próprio corpo, que não condiz com o que de fato é. Isso impede que ela tenha uma consciência de si mesma, o que leva a uma batalha interna, causando angústia e sofrimento.

De acordo com estudos, cerca de 1,5% da população mundial sofre com a síndrome de distorção da autoimagem. As mulheres são mais atingidas do que os homens, sendo que essa estatística pode ser ainda maior, já que algumas pessoas nunca chegam a buscar ajuda e outras não assumem o problema.

Uma das questões mais preocupantes é que esse transtorno costuma estar associado com outras condições negativas, como tristeza profunda, anorexia, bulimia, depressão e ansiedade.

A distorção da imagem corporal engloba os seguintes aspectos:

  •  Cognitivos: expectativa irreal de possuir um padrão corporal especifico.
  •  Comportamentais: evitam-se situações nas quais o corpo possa estar em evidência; prefere-se escondê-lo ou depreciá-lo.
  •  Perceptuais: percepção distorcida do próprio corpo.

Não existem só casos em que a pessoa acredita que precisa emagrecer, ilusão de que está cima do peso: há aqueles em que a pessoa está acima do peso e se enxerga mais magra, há os que buscam a perfeição na forma de músculos, as que querem aumentar as mamas, afinar o rosto, “arrumar” o nariz, ter um sorriso mais branco e muitas outras correções muitas vezes infundadas e incoerentes com a harmonia da fisionomia da pessoa.

A síndrome da distorção da autoimagem é muito grave, pois é uma doença somatoforme, ou seja, o paciente demonstra queixas e sintomas, só que os médicos não conseguem detectá-la em exames. Há uma estatística que relata que 9% das pessoas que procuram por cirurgias plásticas ou outros tratamentos estéticos possuem algum grau dessa síndrome. Quando isso acontece, muitas vezes, o próprio cirurgião plástico orienta e encaminha a pessoa para que faça terapia e busque ajuda profissional adequada.

Aqui no Hospital de Cirurgia Plástica contamos com a psicóloga:

Juliana M. M. de Freitas – Psicóloga – CRP: 06/58287

Contatos:
(18) 99609-2965 – (18) 3323-5600

FONTE: Site SEGS – Dr. Alexandre Kataoka cirurgião plástico: Médico perito concursado pelo Instituto de Medicina Social e Criminologia do Estado de São Paulo (IMESC), Membro Titular da sociedade brasileira de cirurgia plástica e Preceptor dos residentes do Serviço Prof. Dr. Oswaldo de Castro.

Deixe um comentário
Você também pode gostar
Hidratação da pele das mamas após mamoplastia
+
Hidratação da pele das mamas após mamoplastia

Você colocou silicone nos seios recentemente? Tem vontade de colocar e já ouviu falar da importância da hidratação? Esperamos que sim. Afinal, a hidratação ...

28 de setembro de 2021
Tempo de espera para retorno das atividades no pós-cirúrgico
+
Tempo de espera para retorno das atividades no pós-cirúrgico

Saiba qual o tempo de afastamento das atividades no pós-operatório considerando o tipo de cirurgia, evolução e tipo de prática Tempo de espera para retorno das ...

19 de abril de 2022
Como você se vê?
+
Como você se vê?

Nas redes sociais os assuntos que mais aparecem em perfis e discussões são: aceitação da imagem e padrões impostos pela sociedade. As mulheres são as ...

16 de março de 2022